A História é a ciência que estuda o passado, para entender o presente e tentar o prever o futuro.
Isso não é História, é futurologia.
A história não é, está sendo. Existi, resiste e sobrevive.
Mas o que é História?
Uma ciência que tem uma Deusa como musa e símbolo. E qual outra ciência adota um ser mitológico para representar sua essência?
Uma ciência que tem tantas certezas absolutas quanto um copo meio cheio, ou seria meio vazio?
A História é aquilo que nada mais é que a própria História, História que cada vez contada é reinventada, como diria a máxima popular "entrou pela perna de pato, saiu pela perna de pinto, quem quiser que conte mais cinco."
E para findar essas palavras, nada melhor que abusar de outras falas...
Parafraseando o Palhaço no fim do texto do Auto da Compadecida, do mestre Ariano Suassuna
'Meu verso acabou-se agora,
Minha história verdadeira.
Toda vez que eu canto ele,
Vêm dez mil-réis pra a algibeira.
Hoje estou dando por cinco,
Talvez não ache quem queira.’
E se não há quem queira pagar, peço pelo menos uma recompensa que não custa nada e é sempre eficiente: seu COMENTÁRIO.
Minha história verdadeira.
Toda vez que eu canto ele,
Vêm dez mil-réis pra a algibeira.
Hoje estou dando por cinco,
Talvez não ache quem queira.’
E se não há quem queira pagar, peço pelo menos uma recompensa que não custa nada e é sempre eficiente: seu COMENTÁRIO.
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