segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sobre destruição e vida

Monja Coen em entrevista para a revista Aventuras na História (2006), sobre a destruição da imagem
de Buda pelos Talibãs no vale de Bamiyán, em 2001.

Eu me lembro, quando a imagem de Buda foi destruída pelo Talibã, eu estava em São Paulo e vi a foto do que havia acontecido nos jornais. Foi uma grande lástima. Pensei: ‘Como a representação da sabedoria de Buda pode estar incomodando alguém?’ Isso me fez refletir. Talvez a milícia precisasse chamar a atenção do mundo para suas necessidades, e Buda serviu para isso. Destruíram uma imagem histórico-cultural, mas não destruíram Buda. Morreu apenas a estátua de pedra.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Stonehenge tropical ou das coisas que só se viam por lá

Essa semana recebi pelo twitter um artigo do National Geographic que revelava uma construção de pedras que muito se assemelha ao Stonehenge Europeu.

Segue abaixo o link do artigo e votos para que conheçamos mais o Brasil.

Stonehenge tropical

Um círculo de pedras no norte do Amapá guarda uma história intrigante sobre povos antigos da Amazônia.

Por Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha
Foto de Maurício de Paiva.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nem só de FLASH se faz os jogos educacionais


 Por mais atrativo que seja os jogos em flashs eles demandam um certo tempo para ficar prontos, tirando o tempo que leva-se para aprender o “caminho das pedras”. Mas nem só de flashs se fazem os jogos, principalmente os educacionais.

Se levarmos em conta que tais jogos, cheios de interface, “consomem” mais memória e uma velocidade “relativa” de internet, criamos um funil para as pessoas de computadores mais velhinhos ou internet mais lenta.

Por isso venho sugerir algumas formas de jogos que podem ser desenvolvidos por quem não é do metiê tecnológico.

Aqui exemplos de jogos no youtube

Apocalipse Zumbi (http://diazdezumbi.blogspot.com/)



HellPizza (Campanha Promocional direto no youtube)





Também pode ser utilizados jogos no excel, isso mesmo EXCEL:




Ou no próprio PowerPoint:




quinta-feira, 16 de junho de 2011

Segunda Inquietação ou... Aprendizagem e tecnologias digitais na educação

Nesse momento do “despertar” dos sonhos intranquilos é necessário olharmos onde iremos pisar e ai sim firmarmos os pés no chão. 

A partir dos anos dos últimos anos do século passado uma verdadeira revolução aconteceu a nível mundial por conta da inserção da internet nas diversas facetas do cotidiano. Essa inserção se fez sentir com maior visibilidade nos bancos e instituições do ensino superior. Todavia, como podemos ver no site do professor José Carlos Antonio (http://professordigital.wordpress.com/2009/05/04/projetos-educacionais-e-tecnologias-digitais/). 

 

“Os erros de implantação do uso pedagógico das TDs começa com os erros conceituais sobre o que é tecnologia e qual sua relação com a educação. O mapa conceitual mostrado a seguir tenta aclarar os conceitos de tecnologia, Tecnologia Digital (TD), Tecnologia Educacional (TE), bem como as relações e inter-relações entre eles. 


 Um mapa conceitual sobre as inter-relações entre tecnologia, tecnologia digital e tecnologia educacional.

(...)
Onde as TDs se inserem na educação nesse contexto? Elas se inserem da mesma forma que todos as demais tecnologias não-digitais, como a lousa, o mimeógrafo e o toca-fitas, como ferramentas auxiliares que potencializam as Tecnologias Educacionais (TEs).”


Todavia, essa revolução não alcançou em sua totalidade as escolas. A mesmas ainda estão desprovidas de laboratório de informática, porém as pessoas (professores e alunos) têm convívio com as recentes tecnologias a partir de iniciativas próprias seja freqüentando lan house, máquinas de centros comunitários ou de amigos. Essas investidas são muitas vezes onerosas, pois sabemos que essa realidade é vivida por pessoas que compõe a categoria dos de baixa renda. Além de vermos que a escola, segundo as políticas públicas, deveria oferecer esses recursos não só à comunidade interna (intra muro), mas também a comunidade do entorno (extra muro), ou seja a escola não mais produz um conhecimento para saciar a necessidade dela, mas sim a uma necessidade da sociedade e pelas ferramentas por ela apresentada naquele momento.

Do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço ou... certa manhã acordei de sonhos intranquilos

Olá, pessoal.

Como vão?

Esse mês estou passando por uma série de encontros, conversas, aulas, debates em um projeto que faço parte, Projeto Um Computador por Aluno – UCA, através do Grupo de Estudos em Mídias e Tecnologias na Educação - GEMTE. Tais encontros estão gerando, geram e gerará muitas “inquietações”, inclusive esse blog é fruto de uma dessas.
 “Como falar aos professores que eles devem utilizar das ferramentas digitais, se nós mesmos não usamos?”

A “inquietação” aqui trabalhada refere-se às possibilidades de agitações na forma da aprendizagem na educação, através das tecnologias digitais. Essa intranquilidade pode gerar em um primeiro momento um certo desassossego por parte do educador, porém cabe a cada um de nós transformar esse desconforto em uma inquietação.

Retomando aos encontros, passamos uma tarde muito prazerosa entre Behavioristas e Cognitivistas; John Watson e Skinner; Lashley e Rogers. Discutindo que mesmo com todas as criticas aos behavioristas, chegando ao ponto de atribuir um peso negativo ao termo, ele é de fundamental importância para iniciarmos a tentativa de compreender o comportamento humano, que perdura até nossos dias.


A partir dessas inquietações provocadas pelo Behaviorismo, que por sua vez vai gerar inquietações que dão inicio ao Cognitivismo, vamos ter o surgimento da Teoria Humanistica, que tem como um dos defensores mais conhecido – Carl Rogers.

“Na concepção humanística, o processo de aprendizagem precisar estar imerso numa relação afetuosa de interesse mútuo entre o facilitador e o sujeito aprendente, para que assim possa-se alcançar uma aprendizagem significativa, mediada pela autenticidade do educador.”

E ai vem a inquietação número 2, que era:

produzir e postar sobre: APRENDIZAGEM E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO, no blog gerado a partir da primeira inquietação.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Como Reinventar a Históra, ou outras formas de aprender uma boa História

Ao se falar de palácios orientais e até mesmo da Índia vem a cabeça do pensador um palácio voluptuoso.



A maioria de vocês já devem ter ouvido falar do Taj Mahal, se não ouvido, visto pelo menos. Vamos entender o real motivo de tanta beleza e sedução.

A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 20 mil homens,[2] trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.(Taj Mahal in Wikipedia 06/2011)

Em 1972, Taj Mahal também foi titulo de uma das musicas do disco "BEN" do Cantor Jorge Ben.



segunda-feira, 13 de junho de 2011

PRIMEIRO MANUFATURADO HISTÓRICO, ou como pretendemos oferecer a História

A História é a ciência que estuda o passado, para entender o presente e tentar o prever o futuro.

Isso não é História, é futurologia.

A história não é, está sendo. Existi, resiste e sobrevive.

Mas o que é História?


Uma ciência que tem uma Deusa como musa e símbolo. E qual outra ciência adota um ser mitológico para representar sua essência?

Uma ciência que tem tantas certezas absolutas quanto um copo meio cheio, ou seria meio vazio?

A História é aquilo que nada mais é que a própria História, História que cada vez contada é reinventada, como diria a máxima popular "entrou pela perna de pato, saiu pela perna de pinto, quem quiser que conte mais cinco."

E para findar essas palavras, nada melhor que abusar de outras falas...

Parafraseando o Palhaço no fim do texto do Auto da Compadecida, do mestre Ariano Suassuna

'Meu verso acabou-se agora,

Minha história verdadeira.

Toda vez que eu canto ele,

Vêm dez mil-réis pra a algibeira.

Hoje estou dando por cinco,

Talvez não ache quem queira.’

E se não há quem queira pagar, peço pelo menos uma recompensa que não custa nada e é sempre eficiente: seu COMENTÁRIO.