quinta-feira, 16 de junho de 2011

Segunda Inquietação ou... Aprendizagem e tecnologias digitais na educação

Nesse momento do “despertar” dos sonhos intranquilos é necessário olharmos onde iremos pisar e ai sim firmarmos os pés no chão. 

A partir dos anos dos últimos anos do século passado uma verdadeira revolução aconteceu a nível mundial por conta da inserção da internet nas diversas facetas do cotidiano. Essa inserção se fez sentir com maior visibilidade nos bancos e instituições do ensino superior. Todavia, como podemos ver no site do professor José Carlos Antonio (http://professordigital.wordpress.com/2009/05/04/projetos-educacionais-e-tecnologias-digitais/). 

 

“Os erros de implantação do uso pedagógico das TDs começa com os erros conceituais sobre o que é tecnologia e qual sua relação com a educação. O mapa conceitual mostrado a seguir tenta aclarar os conceitos de tecnologia, Tecnologia Digital (TD), Tecnologia Educacional (TE), bem como as relações e inter-relações entre eles. 


 Um mapa conceitual sobre as inter-relações entre tecnologia, tecnologia digital e tecnologia educacional.

(...)
Onde as TDs se inserem na educação nesse contexto? Elas se inserem da mesma forma que todos as demais tecnologias não-digitais, como a lousa, o mimeógrafo e o toca-fitas, como ferramentas auxiliares que potencializam as Tecnologias Educacionais (TEs).”


Todavia, essa revolução não alcançou em sua totalidade as escolas. A mesmas ainda estão desprovidas de laboratório de informática, porém as pessoas (professores e alunos) têm convívio com as recentes tecnologias a partir de iniciativas próprias seja freqüentando lan house, máquinas de centros comunitários ou de amigos. Essas investidas são muitas vezes onerosas, pois sabemos que essa realidade é vivida por pessoas que compõe a categoria dos de baixa renda. Além de vermos que a escola, segundo as políticas públicas, deveria oferecer esses recursos não só à comunidade interna (intra muro), mas também a comunidade do entorno (extra muro), ou seja a escola não mais produz um conhecimento para saciar a necessidade dela, mas sim a uma necessidade da sociedade e pelas ferramentas por ela apresentada naquele momento.

Do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço ou... certa manhã acordei de sonhos intranquilos

Olá, pessoal.

Como vão?

Esse mês estou passando por uma série de encontros, conversas, aulas, debates em um projeto que faço parte, Projeto Um Computador por Aluno – UCA, através do Grupo de Estudos em Mídias e Tecnologias na Educação - GEMTE. Tais encontros estão gerando, geram e gerará muitas “inquietações”, inclusive esse blog é fruto de uma dessas.
 “Como falar aos professores que eles devem utilizar das ferramentas digitais, se nós mesmos não usamos?”

A “inquietação” aqui trabalhada refere-se às possibilidades de agitações na forma da aprendizagem na educação, através das tecnologias digitais. Essa intranquilidade pode gerar em um primeiro momento um certo desassossego por parte do educador, porém cabe a cada um de nós transformar esse desconforto em uma inquietação.

Retomando aos encontros, passamos uma tarde muito prazerosa entre Behavioristas e Cognitivistas; John Watson e Skinner; Lashley e Rogers. Discutindo que mesmo com todas as criticas aos behavioristas, chegando ao ponto de atribuir um peso negativo ao termo, ele é de fundamental importância para iniciarmos a tentativa de compreender o comportamento humano, que perdura até nossos dias.


A partir dessas inquietações provocadas pelo Behaviorismo, que por sua vez vai gerar inquietações que dão inicio ao Cognitivismo, vamos ter o surgimento da Teoria Humanistica, que tem como um dos defensores mais conhecido – Carl Rogers.

“Na concepção humanística, o processo de aprendizagem precisar estar imerso numa relação afetuosa de interesse mútuo entre o facilitador e o sujeito aprendente, para que assim possa-se alcançar uma aprendizagem significativa, mediada pela autenticidade do educador.”

E ai vem a inquietação número 2, que era:

produzir e postar sobre: APRENDIZAGEM E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO, no blog gerado a partir da primeira inquietação.