quinta-feira, 16 de junho de 2011

Do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço ou... certa manhã acordei de sonhos intranquilos

Olá, pessoal.

Como vão?

Esse mês estou passando por uma série de encontros, conversas, aulas, debates em um projeto que faço parte, Projeto Um Computador por Aluno – UCA, através do Grupo de Estudos em Mídias e Tecnologias na Educação - GEMTE. Tais encontros estão gerando, geram e gerará muitas “inquietações”, inclusive esse blog é fruto de uma dessas.
 “Como falar aos professores que eles devem utilizar das ferramentas digitais, se nós mesmos não usamos?”

A “inquietação” aqui trabalhada refere-se às possibilidades de agitações na forma da aprendizagem na educação, através das tecnologias digitais. Essa intranquilidade pode gerar em um primeiro momento um certo desassossego por parte do educador, porém cabe a cada um de nós transformar esse desconforto em uma inquietação.

Retomando aos encontros, passamos uma tarde muito prazerosa entre Behavioristas e Cognitivistas; John Watson e Skinner; Lashley e Rogers. Discutindo que mesmo com todas as criticas aos behavioristas, chegando ao ponto de atribuir um peso negativo ao termo, ele é de fundamental importância para iniciarmos a tentativa de compreender o comportamento humano, que perdura até nossos dias.


A partir dessas inquietações provocadas pelo Behaviorismo, que por sua vez vai gerar inquietações que dão inicio ao Cognitivismo, vamos ter o surgimento da Teoria Humanistica, que tem como um dos defensores mais conhecido – Carl Rogers.

“Na concepção humanística, o processo de aprendizagem precisar estar imerso numa relação afetuosa de interesse mútuo entre o facilitador e o sujeito aprendente, para que assim possa-se alcançar uma aprendizagem significativa, mediada pela autenticidade do educador.”

E ai vem a inquietação número 2, que era:

produzir e postar sobre: APRENDIZAGEM E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO, no blog gerado a partir da primeira inquietação.

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