Olá, pessoal.
Como vão?
Esse mês estou passando por uma série de encontros, conversas, aulas, debates em um projeto que faço parte, Projeto Um Computador por Aluno – UCA, através do Grupo de Estudos em Mídias e Tecnologias na Educação - GEMTE. Tais encontros estão gerando, geram e gerará muitas “inquietações”, inclusive esse blog é fruto de uma dessas.
“Como falar aos professores que eles devem utilizar das ferramentas digitais, se nós mesmos não usamos?”
A “inquietação” aqui trabalhada refere-se às possibilidades de agitações na forma da aprendizagem na educação, através das tecnologias digitais. Essa intranquilidade pode gerar em um primeiro momento um certo desassossego por parte do educador, porém cabe a cada um de nós transformar esse desconforto em uma inquietação.
Retomando aos encontros, passamos uma tarde muito prazerosa entre Behavioristas e Cognitivistas; John Watson e Skinner; Lashley e Rogers. Discutindo que mesmo com todas as criticas aos behavioristas, chegando ao ponto de atribuir um peso negativo ao termo, ele é de fundamental importância para iniciarmos a tentativa de compreender o comportamento humano, que perdura até nossos dias.
A partir dessas inquietações provocadas pelo Behaviorismo, que por sua vez vai gerar inquietações que dão inicio ao Cognitivismo, vamos ter o surgimento da Teoria Humanistica, que tem como um dos defensores mais conhecido – Carl Rogers.
“Na concepção humanística, o processo de aprendizagem precisar estar imerso numa relação afetuosa de interesse mútuo entre o facilitador e o sujeito aprendente, para que assim possa-se alcançar uma aprendizagem significativa, mediada pela autenticidade do educador.”
E ai vem a inquietação número 2, que era:
“produzir e postar sobre: APRENDIZAGEM E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO, no blog gerado a partir da primeira inquietação.”
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